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Mostrando postagens de Maio 8, 2011

13 de maio

Composição : J. Velloso / Mariene de Castro / Adilson Barbado / Jair Carvalho / Jorge Portela / Seu Jorge / Gabriel Moura / Wallace Jeferson Eu sou preta
Trago a luz que vem da noite
Todos os meus santos
Também podem lhe ajudar Basta olhar pra mim pra ver
Por que é que a lua brilha
Basta olhar pra mim pra ver
Que eu sou preta da Bahia Eu tenho a vida no peito das cores vivas
No meu sangue o dendê se misturou
Tenho o fogo do suor dos andantes
E a paciência do melhor caçador Eu sou preta
Vou de encontro à alegria
Minha fantasia é mostrar o que eu sou
Vim de Pirajá cantando pra Oxalá
Pra mostrar a cor do alá de Salvador Eu sou preta, mãe da noite, irmã do dia
Sou do Cortejo Afro encantador
Filho de Ilê Ayê, Ghandi Mestre Pastinha meu amor
Vou misturar o que Deus não misturou Um abraço negro
Um sorriso negro
Traz. felicidade
Negro sem emprego
Fica sem sossego
Negro é a raiz da liberdade Negro é uma cor de respeito
Negro é inspiração
Negro é silêncio, é luto
Negro é a solidão Negro que já foi escr…

13 de maio

Luiza Bairros: A pobreza e a cor da pobreza
LUIZA BAIRROS,na Folha de S. Paulo, em 13.05.2011 Os negros têm a oferecer suas estratégias de resistência ao racismo, que, desde o período colonial, interpôs obstáculos à afirmação da humanidade Em “Leite Derramado”, mais recente romance de Chico Buarque, há um personagem que, ao se referir com ironia ao radicalismo de seu avô abolicionista, afirma que ele “queria mandar todos os pretos brasileiros de volta para a África”. Nessa visão, abolicionismo radical equivalia a se livrar dos negros. De todo modo, após 1888, as elites brasileiras irão se comportar como se os libertos, que as serviram por quase quatro séculos, não estivessem mais aqui. Mas estavam, e por sua própria conta. No início do século 20, eram frequentes os prognósticos sobre o desaparecimento da população negra, que supostamente não sobreviveria ao século. Ao mesmo tempo em que se criticavam as soluções de laboratório defendidas pelo ideário eugenista, em voga aqui e em muitos país…

Pensando o Serviço Social

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Texto: Alexandro/M Pensando o Serviço Social
Este texto tem como objetivo produzir um material que nos leve a refletir sobre a atuação do assistente social, principalmente no que diz respeito a sua metodologia, aplicabilidade e identificação de conflitos sociais, promoção de políticas publicas sócias, e posicionamento do assistente, entender a importância do estudo de caso para identificar e posteriormente encontrar soluções de cunho especifico. Para cada situação problematizada

O serviço social surgiu para suprir uma necessidade de trabalho concernente à classe trabalhadora a partir do capitalismo, em meio à revolução industrial em 1936 no Brasil com a criação da primeira escola na cidade de São Paulo, a profissão passa a existir contrária as adversidades entre o proletariado e a classe dominante. É preciso ter curso superior concluído em quatro anos para exercer a profissão de Serviço Social que se utiliza de instrumental científico multidisciplinar das Ciências Humanas e Sociais para…
Click e ouça, mensagem de Alexandro e Murila para todas as mães